Quinta-feira, 16.11.17

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Ao percorrer os 48 Km da ciclovia do Dão em ida e volta de bicicleta vive-se o real trajecto da antiga linha férrea, afluindo constantemente à memória os nostálgicos sentimentos memorizados no subconsciente, a quem coabitou com este meio de transporte há poucas décadas atràs. Desde simples objectos sinalépticos até postes de telégrafo, aínda patentes a cada quilómetro, reinterpretamos continuamente a multiplicidade de vestígios com a redescoberta quando os mesmos ocupavam uma função vital no funcionamento da linha férrea.

Um passeio num mundo à parte, selvagem, contornado por bosques e montanhas, onde o nosso olhar flutua quilómetro a quilómetro, e o pensamento constantemente interage com o presente e pretérito, o próximo e o longínquo, o real e o imaginário, a compreenção diferenciada na procura de diferentes sensações ideias e percepções, para além da realidade.O longo passeio que, relaxadamente se percorre num dia, cria e interage com a na nossa estrutura mental, resultando a consequente imaginação individual a estabelecer uma relação de semelhança entre realidade e creatividade, o presente e passado comparativo e subentendido.

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Um passeio onde nos afastamos por umas horas de compromissos e acordos, em que esta irrealidade, é uma faceta da realidade. Um encontro com o diferente e as circunstâncias adequadas à imaginação. 

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Assim, o relaxante passeio neste epopeico percurso do Séc. XIX, XX, representa para cada indivíduo no seu espírito, o cenário da sua imaginação, cultura, vivências anteriores, e para o intelectual de hoje, a libertação à pressão da sociedade contemporânea e a necessidade da pesquisa dos seus valores de referência e identidade.



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Segunda-feira, 06.11.17

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Nos tempo atuais e a nível das nossas convivências e participações, a sua projecção tornou-se para muitos egocêntrica com os interesses pessoais em detrimento dos alheios. Todos temos uma cota de responsabilidade para tal modelo de sociedade criada.

Criámos e co-habitamos em parte com uma sociedade, denotando-se o que mais vale é possuir a casa num local que seja evidente ao olhar de todos, diferente das outras, o carro que anda pelas modas dos Jet-Set do local, roupa de marca; porém falta o essencial. Realizarmos uma auto-introspecção e identificar o que é na realidade importante para nós. O nosso ritual de vida deverá ser espontâneo e de modo algum exibição ou aparência teatral.  

 

Já cá pelo nosso interior beirão observamos cada vez mais um maior número de famílias com um só filho, mais divórcios, e consequentemente o ensino dos valores e responsabilidades deixa de ter ênfase.  
Todos somos responsáveis por estes modelos família e sociedade, abstraindo-nos por completo, que apenas temos uma vida, e é nela que mostramos a nossa utilidade na comunidade duma forma simples e espontânea, não com exibicionismos e importâncias.
Logo que somos afastados das nossas mães pelo cordão umbilical, o tempo da nossa vida passa, passa... com uma rápida contagem decrescente, e... quando nos apercebemos estamos velhinhos. 

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É este o tema de hoje. A influência dos pais no comportamento, valores e estilo de vida dos filhos.
Ainda como crianças lactentes observamos comportamentos excessivos nos jovens pais para com os filhos: superprotecção ao bebé, roupas e roupas já de marca, alimentação lactente da mais cara, e tantas vezes a menos indicada; quando chegam ao ano, chocolates, iogurtes super-açucarados para os calar, alimentos de lata, só por que são mais rápidos de confecionar e mais xique...
É o modelo de vida que muitos pais constroem, trazendo a curto prazo consequências graves como a obesidade e a hiperactividade, e para mais tarde perturbações das gerações futuras: falta de valores e de regras familiares e sociais, falta de identidade...
Anos depois, após esta super-protecção errada, ficamos realmente estupefactos, com a nova postura dos pais: devido à escassez de tempo pela profissão e convívio com os amigos adoptam soluções fáceis: educar a criança com as degradantes, incultas e descaracterizadas novelas da Televisão, e... mal menor... tentando mantê-las com o horário mais alargado na Escola.
É verdade, coitadinhas crianças, tão puras, espontâneas e desejosas de aprender e participar os pais, estes incumbem na Televisão e Escola o encargo de educar os filhos.

 

Concerteza que assim sendo, têm mais tempo para a profissão, para os amigos, e para gozarem, libertando-se dos "irrequietos" filhos.
A transmissão da educação, das regras familiares e sociais, ou seja dos valores passa a ser delegada pela TV deformadora e por outros, tantas vezes desconhecidos.
Não é para se admirarem, quando um dia mais tarde sofrerem surpresas ou desilusões, pagando um amargo preço pela educação errada prestada.
A escola é fundamental, para ensinar e oferecer conhecimentos, mas num outro sentido a família, que é a única instituição que transmite os valores culturais que a criança futuramente irá adoptar como modelo.
A escola nunca será a responsável por uma educação deficiente da criança, mas sim os Pais. Consequentemente o nome de "Pais" compremete-os. Ser Pai é um dom natural e não um incómodo. Por isso mesmo a criança nasceu por que os Pais decidiram, e portanto têm a responsabilidade de a acompanhar sempre.

 

A moda da Televisão e jogos de computador são a fuga e a estratégia de muitos Pais, a criança de ouvidos e olhos atentos, bem sossegadinha não incomoda. Mas onde estão as histórias e as leituras? Os convívios com os adultos e as outras crianças? E elas não têm que ser ouvidas também? Não têm histórias do quotidiano para contar? não têm os seus problemas?
Como está a nossa sociedade... Levantar cedo a criança, já ao ritmo de stress, como não há tempo para o pequeno almoço, dois iogurtes líquidos carregados de açúcar, depois despachá-la para a escola. Para os Pais, interessa trabalhar, conviver com os amigos, e o mais tarde possível quando a escola fechar, recolher o filho e ir então para o sofá ver a telenovela até adormecer.
Onde estão as conversas em família, as brincadeiras com o filho, a leitura dum livro infantil ao colo dos Pais, levá-lo a passear ao Jardim Infantil?
A educação, os valores da família e sociedade devem ser sempre preservados e transmitidos, por que senão vamos ter uma sociedade decadente, doente e incapaz de sobreviver.

Apresento neste post actividades culturais dos alunos do agrupamento da Escola EB de S. João da Pesqueira que gravei em 2008 que sensibiliza e consciencializa  as crianças no cântico de grupo, educação para a saúde, contribuindo para formação intelectual, musical e social destas.  



publicado por valores-do-douro-sul às 19:56 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30.10.17

 

Denota-se o Grupo de Cantares de Carrazeda de  Ansiães com uma individualidade musical muito agradável e uma óptima apresentação
Observei e gravei o seu trabalho apresentado em Junho de 2008 na Vila de São João da Pesqueira, na sua Feira Etnográfica.

Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães

Impressiona a primeira abordagem ao observar este conjunto harmonioso de artistas. O Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães recebe os seu baptismo de inspiração nas fontes originais da tradição do território Douriense.
E assim cumpre o seu dever de reforçar o elo de ligação entre as várias gerações, recriar com cânticos, trajes e música a essência dos cantares populares da região do Douro, numa apresentação verbal atractiva e sedutora às gerações actuais.
Pena é que muita da juventude actual se sinta ainda influenciada pelo imediatismo globalizante das músicas internacionais e descontextualizadas dos nossos valores e cultura. 
Provavelmente uma distracção transitória; mas talvez esta forma de actuação tão sentimental e viva, vá de encontro ao coração destas novas gerações.
Existem factores que distinguem com valor dignificante a missão deste grupo:
- a evidente dimensão regional da sua intervenção cultural
-  a escolha dos temas, incidindo essencialmente sobre o rio Douro, o trabalho da vinha e os trabalhos rurais
-  a curiosa espontaneidade e alma com que interpretam as canções, com o caso das lendas do rio Douro.

Enfim, é de louvar todos aqueles que, de qualquer modo que seja, valorizem toda esta variedade de temas, contos e canções, que os antepassados cantavam no seu árduo trabalho campestre.

Os nossos jovens iram em breve entender que para além dos cantos saudosos, nostálgicos e religiosos do povo mais profundo, toda a região do Douro possui o seu património popular muito sui generis, que testemunha a força silenciosa do interior do País, tão sentidamente descrita por Miguel Torga e cantada por estes grupos de verdadeiros artistas.   
 
 Grupos como este "Grupo de Cantares de Carrazeda de  Ansiães" e o também já apresentado neste blog "Grupo Coral de Barcos – Tabuaço" enobrecem extraordinariamente a voz do povo duma região que, através da música tem conquistado terreno fértil para o seu bem estar do dia a dia, da sua solidão e interioridade, enfim, de todo o seu sofrimento.


publicado por valores-do-douro-sul às 20:19 | link do post | comentar

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Uma Procissão diferente no universo das práticas religiosas populares e da sua representação simbólica do sagrado.
Procissão de religiosidade popular caraterística desta aldeia, do momento e sua identidade coletiva.
De aldeia par aldeia do nosso interior as festas religiosas possibilitam muitas formatações das cerimónias a estas expressões de fé, conforme observado em Ponte do Abade, onde à frente da procissão vai um grupo de bombos, e no final, após o Pálio com o pároco a banda de música com marchas religiosas. 

Esta festa religiosa, como fenómeno cultural, pode ser um fértil campo de investigação histórica, revelando a vivência demarcada pelo momento em que fiz a recolha (2008) e a identidade coletiva da aldeia. 

É altura, em que Ponte do Abade, se torna una num palco, sobretudo de religiosidade (já que a aldeia é dividida a meio pelo Rio Távora, condicionando a sua pertença a dois concelhos, duas freguesias, duas comarcas, dois distritos e duas dioceses).
Festas religiosas e outras são possivelmente, algumas oportunidades para confraternização e divertimento dos dois lados, e para também fornecerem importantes elementos de circularidade cultural.  

 



publicado por valores-do-douro-sul às 18:14 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.10.17

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Nesta sociedade atual, marcada pela sua grande fragilidade, pelo individualismo e integração no consumismo, as festividades populares provam também que são espaços sociais privilegiados na construção de identidades coletivas. A identidades, é um valor fundamental para a constituição duma sociedade ativa e, como é óbvio, capacidade para projetar valores sociais. Assim as festas populares são pontos de convívio salutares para a consolidação doutros valores, doutra cultura.

 

Cultura Popular e Modernidade é um tema atual das  sociedades contemporâneas, da transformação duma cultura direccionada para o consumo com influência na formação das personalidades dos mais novos, e na edificação de novas formas de vida em que o ser humano fica consequentemente desintegrado e  como que fragmentado. É o afastamento dos valores que o ligam a seus conterrâneos no espaço e no tempo e ao transferir a satisfação do seu bem estar para o mundo materialista,  tornam mais difícil a possibilidades de se constituir como homem de sua própria existência.

A modernidade, a invadir as nossas sociedades, traz a auto-afirmação do indivíduo livre e, inclui uma convulsiva movimentação de objetos e símbolos criando condições à degradação e comercialização dos eventos culturais, e à infiltração de padrões culturais e comerciais doutras "culturas" no interior das nossas "culturas".

Esta nova forma de vida que o mundo moderno transmite, e consequentemente com os transtornos nas vidas das pessoas e sua sociabilidade, levanta uma série de interrogações, que acabam por não ter resposta. Passamos então para o mundo mundo da velocidade, das transformações constantes, do fluxo constante de informaçãe e contra-informação, as deslocações, para esta nova forma de viver transimitda pelos média a proliferar aos valores tradicionais com tendência dominante, à qual a sociedade é fatalmente integrada, sem capacidade então de ir encontro à sua estabilidade e memória.

É, então, permissível que prosperem, diversas acções para recuperar, mesmo em teoria, os verdadeiros pilares da sociedade.
No mundo atual, o grande modernismo passou a ser o mercado, desintegrando o social, rubotizando o homem, transformando as suas convivências em amizades mercantis.

Porém de alguma forma já muitas pessoas procuram sobreviver e dignificar sua condição de ser humano em busca de uma qualidade de vida recompensatória.

Então muitas correntes de hoje já colocam na mesa o diálogo e a discussão da continuidade da valorização às festas religiosas tradicionais e  às expressões culturais. 

Na apresentação que faço neste desfile etnográfico de Aguiar da Beira em 2009, já se verifica a pululação de numerosas manifestações culturais tradicionais que é bom que prosperem e se mantenham ativas, e são modernizações vivas da memória coletiva da comunidade, com a vantagem de serem localizadas em Vilas do interior.
Este desfile mostrou uma grande criatividade, capacidade de integrar grupos e de conservar a memória coletiva.

Observamos um grupo, já muito bem formado "Raízes da TERRRA" de Aguiar da Beira, produtor da cultura tradicional já com muito nível, claro, sobrevivendo graças à memória individual e coletiva, pois discutir culturas populares corresponde a uma expressão atualizada da memória do grupo, e oportunidade para se reafirmarem os valores quase sempre subestimados pela sociedade que se afirma de mais moderna e citadina.
Estas expressões culturais populares expontânes das várias freguesias de Aguiar da Beira são a apresentação do seu capital cultural único que possuem, procurando mostrar os valor e tradição de suas aldeias, e serem reconhecidos pela comunidade da Vila.



publicado por valores-do-douro-sul às 13:12 | link do post | comentar

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Inicio este meu primeiro trabalho sobre Aguiar da Beira onde recolhi no ano de 2009 a peça sobre a "feira de atividades económicas" e o "cortejo etnográfico" de todas as freguesias do Concelho.

Neste primeiro post apresento apenas a Feira comercial que é sem dúvida um contributo de forma notável para o desenvolvimento do comércio local. 

Embora tenhamos as tecnologias da informática e da internet como meio de informação e divulgação para expor produtos no mercado à distância, está mais que provado que através do contacto pessoal, ponto forte das feiras, se verificam condições óptimas à troca de ideias com os materiais "in vivo", sendo portanto o meio ideal para esclacecer pormenores dos produtos em exposição.
Verificamos nas nossas Vilas que este sector é já muito procurado, tornando-se estes eventos estes eventos são locais de eleição para realizar negócios, muitas vezes vantajosos, pois muitas empresas promovem acções.

 

Seguir-se há para breve o post seguinte com o Cortejo Etnográfico



publicado por valores-do-douro-sul às 13:12 | link do post | comentar

António José Leitão Canotilho

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