Sexta-feira, 18.08.17

"estes filmes podem ser visualizados em Televisores FullHd que posssuam youtube e fibra óptica"

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Animar a nossa aldeia e o reencontro com os amigos são as principais ambições dos VilaPontenses nestes calorosos Verões. 


Verões começando com o São João em finais de Junho,  e terminando em finais de Setembro com as vindimas, sendo para nós de cá “os melhores do País”.

É a altura que melhor proporciona aos conterrâneos e visitantes que cá veem umas férias de Verão estimulantes e reparadoras.

E é mais na primeira quinzena de Agosto, que tem sido proporcionado a todos, várias iniciativas, desde a festa anual da Senhora das Necessidades que no próximo parágrafo deste texto assiná-la-ei, a diversas apresentações musicais, não esquecendo a gastronomia regional presente nos restaurantes da aldeia, e também a visita ao património histórico e paisagístico, desta antiga sede de concelho, onde encontramos o Pelourinho, a Casa da Cadeia e edifícios Brazonados.

Neste periodo de Verão, Vila da Ponte ganha vida, alegria, cor, som e muita animação.
Jovens e adultos confraternizam e vivem momentos inesquecíveis que constituem as memórias das férias.

A Comissão de Festas da freguesia empenha-se sempre em proporcionar momentos únicos, inesquecíveis.
Organiza programas diversificados do agrado de pequenos e graúdos.

Bailes animados por conjuntos musicais, espectáculo de pirotecnia, banda de música a percorrer a aldeia inteira que, obviamente são momentos muito aguardados.
A procissão com os andores e músicos, constituem sempre o apogeu no dia da festa, 15 de Agosto.

A Festa do 15 de Agosto em Vila da Ponte, é um verdadeiro convite ao agradável encontro deste povo, que neste dia vive em alegria extrema.

Festa em perfeita harmonia entre o sagrado e o profano, a honrar a Senhora das Necessidades, situada lá no alto do Monte da Borralheira, onde vamos encontra o Santuário e a Ermida, com muitos anos de História, verdadeiro local de fervoroso culto ao longo do ano

15 de Agosto é o dia da Aldeia onde todos se dedicam de corpo e alma à Nossa Senhora das Necessidades.
As mulheres decoram os altares, muitas colocam as melhores colchas à janela ao passar da Procissão, recebem os familiares e amigos de longe, preparam as melhores iguarias para que nada falte à mesa neste dia.
Os homens vestem o melhor fato, assistem à missa campal ao lado do Santuário, sobem os andores, monte acima com os seus tratores, lançam foguetes a anunciar a festa, e para acompanhar a comida, procuram sempre o melhor vinho.

Como importante fator da estabilidade da população, a festa teima em manter-se intacta e coesa e cada vez mais viva

A religiosidade e a festa pagã conservam a sua atração ano após ano, graças ao espírito dos VilaPontenses, que comungam tudo num ambiente de verdadeira alegria, tendo um orgulho muito especial na sua Procissão, adornada sempre por uma Banda de Música, este ano de Cambres-Lamego, que proporcionou momentos impares a todos conforme poderemos ver no filme. O Grupo de Bombos a anunciar e dar ênfase à festa, passou a ser um ícon obrigatório.

Deste modo, ao longo do ano, a Senhora das Necessidades atrai fervorosos Peregrinos, buscando milagre e cumprindo promessas, mas também Turistas movidos pelas paisagens ímpares que se disfrutam lá de cima do Monte, alcançando a aldeia de Vila da Ponte e toda a albufeira do Távora



publicado por valores-do-douro-sul às 08:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 16.08.17

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Em finais do século XIX a linha do Douro foi símbolo do modernismo, prosperidade e desenvolvimento para a região.

A revolução do vapor deslocou o homem do mundo rural para as grandes urbes, povoados onde imperava o modernismo industrial, fruto da força do vapor, o desejo de coabitar com o poderoso desenvolvimento da época. A vontade que o homem sempre teve na prosperidade e a procura do novo e desconhecido.

Porém a fuga às correntes tradicionais e a procura de modelos civilizacionais contemporâneos, também o remeteu para incertezas e contradições.
Foi a evasão aos seus limites e habitat, a desorientá-lo face ao afastamento dos seus valores, símbolos e referências.E os registos que caracterizam uma determinada população, são valores civilizacionais aprendidos ao longo de séculos e os agentes de estabilidade e equilíbrio destas.

Referências da identidade, sejam nacionais como o hino ou simbolismo dos castelos medievais, ou culturais como a religião costumes e as tradições, valores da pertença dum povo, da organização e estabilidade deste, do bem estar do se humano duma determinada comunidade.

O modernismo transportou o homem para territórios longínquos do seu habitat, descontextualizados  dos seus valores relacionais e identidade, conferindo a essas áreas, símbolos e valores descaracterizados de alma e história, consequentemente, da pertença de todos e de ninguém.

Hoje, muitos de nós, homens da modernidade, já admitimos esta realidade contemporânea, porém para que gozemos de estabilidade psico-social, sentimos necessidade de retroceder aos tempos passados, a todo o imaginário envolvente, para nos asseverar a relação a um determinado espaço ou pertença de certa comunidade.

E são estes os principais motivos do interesse em reaver-mos valores, tradições e epopeias do passado, por que assim, acharemos o verdadeiro sentimento de respeito e orgulho ao elevar os valores referenciais dos nossos antepassados e da Pátria.

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E este texto dirige-se ao grande símbolo da época moderna, a era do vapor, o COMBOIO, transporte que deslocou gentes das aldeias do interior para as grandes cidades, viabilizando a rápida movimentação de mercadorias para locais distantes.

Assim, a era do vapor, muito marcada pela difusão das linhas férrea pelo território nacional, demarcou o final do séc. XIX e início do século XX como a grande revolução dos transportes, tempo do grande modernismo, liberdade na deslocação do homem para longas distâncias, a possibilidade em se aproximar dos entreportos comerciais, das zonas industriais, as grandes cidades, e assim ter a possibilidade de permutas comerciais com o mundo industrializado.

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Ao longo destas linhas férreas estabeleceu-se um habitat simbiótico com certo traço de envolvimento fascinante a interagir com o homem, transportando os seus sonhos à realidade em se poder facilmente afastar na procura da aventura ou de melhores condições de vida, mas também sentir a percepção que o caminho de volta se encontra pela mesma linha dos carris

A grandiosidade da tecnologia do século XIX e XX encontrava-se bem presente ao longo dos percursos do caminho de ferro: as imponentes locomotivas movidas a vapor a traccionar longas composições de carruagens e as modernas obras de engenharia da altura: pontes metálicas atravessando vales, túneis a penetrar montanhas a dentro, graciosas estações bem alindadas e ajardinadas. Em suma, todo o explendor da última geração tecnológica humana.

Contemporaneamente surgiu uma outra revolução, a tecnológica, desta vez a informática, a modificar muitas das regras do quotidiano, reorganizando o homem sob nova conjuntura, imputando-o refém e astrito aos computadores, transportando-o-o para o mundo virtual, da informação, modificando a síntese da realidade, infirmando normas institucionalizadas.

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Porém nesta nova sociedade onde a rápida informação prevalece, tudo se tornou tão rápido e banal. O que hoje é aceite, logo negado no dia seguinte.

Tal paradoxo é descodificado pela mente de muitos no sentimento de negação e rejeição a tal modernidade, tão susceptivel ao individualismo à labilidade e instabilidade.

 

ePerante este novo mundo de insatisfação humana o homem reflexivo e de valores, como que instintivamente procura os verdadeiros símbolos civilizacionais de consistência ao passado e memória colectiva das suas comunidades.

Assim, entendemos porque na perspectiva epopeica do simbolismo das linhas férreas, em muitos surge o sentimento da grandiosidade, da aventura, do romantismo e da consistência na força e audácia.

Entendo o porquê das manifestações para recuperar e reabilitar linhas sumptuosas como a do Tua e do Corgo... é que o simbolismo dos caminhos de ferro coabita com o intelectual de hoje, transportando o indivíduo para o saudoso passado vivido intensamente e tão recheado de boas recordações.

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E, recordar é viver, e, retroceder momentâneamente para reais cenários passados, transporta o homem romântico para uma dimensão infinita de paz e retoma de energias.

Entendemos que, em oposição ao mundo virtual da informação e da irrealidade a proporcionar cada vez mais insatisfação e mal estar ao homem, o cenário do comboio e seu mundo envolvente, oferece o mundo real de emoções e sensações, com a constante interacção entre este e a multiplicidade de paisagens a surgir quilómetro a quilómetro, com o convívio propiciado perante os vários passageiros sentados frente a frente nas carruagens, guiadoscom firmeza por uma locomotiva.



publicado por valores-do-douro-sul às 22:34 | link do post | comentar

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O desenvolvimento turístico na linha do Douro e seus ramais aferentes,  oferece ao turista a dimensão da herança da primeira revolução industrial, o encanto que emerge pela descoberta do meio ambiente paisagístico e a reconciliação dos comboio antigo com o progresso.

O dever de todos em salvaguardar estes verdadeiros museus em movimento torna-se certamente sensibilizador e contagiante para muitos, ficando para a comunidade esta riqueza, testemunho da história industrial.

Será pelo investimento nas ferrovias turísticas, com toda a sua dimensão cultural, entusiasta e nostálgica, que comboios e linhas férreas Dourienses conseguem evitar a terrível armadilha do desmantelamento e retirada.



publicado por valores-do-douro-sul às 22:11 | link do post | comentar

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As várias linhas aferentes ao Douro, nomeadamente a linha do Tua e Corgo, a extensão da linha do Douro até Barca de Alva, de potencial turístico ímpar, estão já na consciência e organização de opiniões, com vista a uma reabertura, havendo movimentações com esse desejo.

Existem ainda equipamentos antigos de tracção a vapor, que podem ser colocados em movimento, fornecendo ao público, num percurso, a oportunidade de descobrir além das paisagens, as técnicas de tração hoje abandonadas, e que seduzem centenas de entusiastas.

Que agradável é viajar no comboio a vapor, pois além do prazer da viagem, somos levados ao mundo do romantismo e nostalgia.

A prova é que, quando no Verão circula o Vapor da Régua ao Tua, visível nesta apresentação, há uma imensidão de gente desejosa em observar e ser conduzida por um verdadeiro museu vivo a possuir a autenticidade em movimento.

Foi a expansão rodoviária com boas estradas e acessibilidade dos veículos automóveis à população,  que colocou o transporte ferroviário das pequenas vias em decadência; para a sua sobrevivência há que aclamar
“viva o turismo”.  

O turista para gozar em pleno do bem estar o que as paisagens ferroviárias oferecem, separando-se do seu automóvel, entrega-se relaxadamente ao itinerário do comboio.

 

É importante que as várias estações do percurso, estejam munidas de ambiente turístico, com espaços de restauração e lojas comerciais com produtos regionais ou recordações locais.
É bom que o turista possa ser transportado a uma das muitas pitorescas aldeias ou vilas da proximidade.

A animação envolvente ao comboio turístico torna-se muito importante, com grupos musicais populares a a tuar no percurso da viagem, ou então a apresentação de cantares ou folclore local em estações alvo.
É este o panorama observado no comboio histórico do Douro, que apresento no filme em anexo



publicado por valores-do-douro-sul às 21:53 | link do post | comentar

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A alta velocidade dos comboios, nos tempos de hoje passou a ser um símbolo da modernidade, em que “a rapidez é o sucesso deste meio de transporte”, colocando-se de lado o turismo ferroviário, cujo lema é “a apreciação do mundo rural e encantos paisagísticos da natureza”, sendo um retrocesso ao investimento no lazer e turismo contemporâneo dos dias de hoje.

Que agradabilidade era o mundo envolvente nas estações onde se fazia transbordo de comboios, como o caso da Régua: movimento e mais movimento de gente; no bufete, o aroma ao café e tabaco; na plataforma da linha, o odor ao fumo das locomotivas.

Um vai e vem de gente e comboios, onde o grande espaço se tornava insuficiente por vezes perante os movimentados cruzamentos de passageiros.

Presentemente o tráfego diminuiu, foi encerrada a última extensão da linha do Douro, desmantelada a linha do Corgo, e tudo sob as determinações mandatórias das novas estradas a crescer em linha recta, outra consequência do modernismo.

 

Muitas das linhas ferroviárias turísticas a operar na Europa, adaptadas à contemporaneidade, surgem por iniciativa bairrista de muitos, nostálgicos e desiludidos pelo encerramento delas.

Força sentimental duma herança simbólica da primeira revolução industrial, a que decidiram conservar e recuperar os grandiosos valores: locomotivas, material circulante, infra-estruturas e estações.

Foram criadas associações, patrocínios de empresas turísticas e curiosos,  fãs das linhas férreas, valorizando-se o sentimento de perda nas localidades locais, e com fundos significativos, organizaram-se, renascendo então a “linha férrea turística”.

Algumas das nossas ferrovias, que podem ser englobadas na perspectiva turística são linhas férreas antigas desactivadas recentemente, com forte impacto comercial no século passado, e localizadas em áreas com características paisagísticas e ambientais convidativas ao turismo ferroviário e ainda em condições viáveis de recuperação.



publicado por valores-do-douro-sul às 21:37 | link do post | comentar

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Há muitos anos já fui criança, como estas que no presente post, fizeram a sua primeira comunhão e comunhão solene na nossa aldeia de Vila da Ponte já há muitos aninhos.

Andei na catequese, na altura na Igreja dos Jerónimos em Lisboa, onde aprendi a conhecer a palavra de Deus. Assim foi na Catequese, em casa com os meus Pais, na Escola com os meus Professores e amigos, e na Igreja, com o Povo de Deus.

Por isso mesmo também estou agradecido a todos estes intervenientes pelo encanto com que me comunicaram a amizade à religião Cristã, a Jesus.

Recordo a minha primeira Comunhão como um do grandes dias da minha vida, como o também foi para estes pequenos que vemos no filme na Igreja de Vila da Ponte.
Dia de grande festa para cada um, para a família e para a Paróquia.
Lembro-me da frase duma criança que se preparava para ir comungar dizendo: “a hóstia é Jesus escondido”… Assim sendo torna-se hospede do nosso coração.

 



publicado por valores-do-douro-sul às 10:44 | link do post | comentar

António José Leitão Canotilho

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