Quarta-feira, 20.09.17

Eis o comboio negro que se identifica ao longe pela fumaraça que emana através da chaminé, apitando ao ritmo de pouca terra… pouca terra…

2012-12-08 14.06.53.JPG

Poderosa máquina a funcionar a carvão e água (este ano o carvão substituído por combustível líquido), cujo formato exterior caracteriza a sua enorme caldeia em formato de tambor de forma cilíndrica. Lá dentro uma série de válvulas e tubos fazem circular o vapor de água quente que é posteriormente canalizado por um sistema de êmbolos e pistões para uma biela ligada às rodas.

E é a grande pressão do vapor de água que com muita força movimenta a biela e consequentemente coloca o comboio em movimento.

Para as acelerações e desacelarações o maquinista possui uma série de válvulas que, controlando a pressão do vapor de água assim aumenta ou diminuia a velocidade.

Para o mantimento da pressão elevada do vapor de água quente o fogueiro alimenta a fornalha manualmente com pás e mais pás de carvão. E assim sai uma quantidade imensa de fumo e vapor de água pela chaminé da locomotiva a caracterizar o "comboio a vapor".

E é a locomotiva a vapor A 186 a percorrer o Douro Vinhateiro, que observamos no presente filme a ser conduzida pelo maquinista Rui Coutinho.
Fabricada em Berlin no ano de 1923 atinge uma velocidade média de 35 Km/ hora; são puxadas carruagens de 1907 e 1993, oferecendo a quem visualiza o seu percurso pela linha um verdadeiro cenário do início do século XX

Comboio que faz o trajecto entre a Régua e o Pinhão

Partindo então da Régua, vagarosamente faz o seu percurso. Pela margem, serpenteia o rio, e de quando em quando emana grandes quantidades de fumo, apitando com aquele som agudo a ecoar ao longo do grande vale do rio, e chega então ao Pinhão.

 

A máquina pàra mesmo ao lado dum volumoso tanque metálico de água e por baixo duma gigante torneira de ferro abastece-se de uma boas centenas de litros de água. Os três maquinistas que dominam a máquina saiem e depressa se apressam a lubrificar a peças e pistões do exterior da máquina, trabalho necessário para manter a máquina em estabilidade.

Turistas e viajantes saiem um pouco para admirar a beleza da estação do Pinhão recheada com azulejos alusivos ao Douro e Vindimas.

A viagem continua até ao Tua.

Este passeio turístico aos Sábados durante os meses de Verão com toda a animosidade de grupos folclóricos locais a revitalizar o circuito é mesmo de aproveitar enquanto tiver-mos o privilégio de usufrir o "Comboio histórico a vapor".



publicado por valores-do-douro-sul às 18:42 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 02.09.17

arnozelo-1.jpg

A Linha do Douro é a obra de arte ferroviária mais imponente de Portugal, caminhando lado a lado com o rio Douro desde Mosteirô até Barca de Alva, fronteira com Espanha, porém encerrada a partir do Pocinho. Ao longo do seu trajeto (mais de 200 Km) a linha contorna escarpas e montes, passando sempre por paisagens de beleza e contemplação, que só "in vivo" é possivel relatá-las.

Impressionante obra de engenharia para o Século XIX, exigndo a construção de 30 pontes e 26 túneis para ultrapassar todas as barreiras e irregularidades do acidentado percurso.
Há muitos acidentes de terreno, rochedos e afluentes de rios após a Estação do Tua.

arnozelo-2.jpg

E é precisamente em Arnozelo, que apresento neste post, que é bem visualizado o percurso do Douro, com a linha férrea caminhando em paralelo, repleto de abismos e precipícios graníticos.
Denota-se a linha férrea, aonde cheguei depois de descer um longo despenhadeiro, por onde caminhei cerca de 300 metros, dando para observar todo o explendor da sua linda obra com três túneis seguidos e uma imponente ponte metálica da época de Eiffel que apresento.

Vale a pena visitar Arnozelo, pequenina aldeia do concelho de Foscôa, e apreciar a partir do seu Miradouro, debruçado sobre o Douro, um dos mais impressionantes cenários do Douro, onde o encanto e o silêncio se completam.

arnozelo-3.jpg



publicado por valores-do-douro-sul às 19:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 31.08.17

lapa-1.jpg

O conjunto de representações etno-musicais, danças e cantares populares constituem nesta festa cultural Aquilineana da Lapa, um repertório ímpar da vivência em tempo de lazer da cultura tradicional beirã. A Beira Alta sempre foi um verdadeiro caldeirão cultural, fruto da convivência entre duas culturas: a popular e a erudita.
Cânticos populares tradicionais da Beira Alta não se esgotam nas cantigas transmitidas de geração em geração, nascendo espontâneamente da simples arte popular bem característica nas peças deste post.

O convívio das gentes, continua a afirmar-se através dos tempos, com uma valência etno-cultural de identidade regional e local muito própria: o folclore, as danças e cantares, os acordeonistas e mesmo as representações teatrais baseadas nos romances de Aquilino Ribeiro

Alguns dos cantares populares apresentados na peça, têm inspiração aquilineana, estão direccionados e encaixados na cultura da Lapa no seu ambiente religioso, e passado estudantil local. São os efeitos do filão popular, religioso e académico, que outrora perdurou por estas bandas

Consequência da sua situação estratégica do culto cristão em Portugal, a Lapa era e continua a ser um local privilegiado para uma vivência frequente com as festas religiosas, romarias ou outros eventos similares, onde se denotam as influências culturais da região e do país.

A existência na região da Lapa de uma cultura erudita ficou a dever-se ao facto de, no local, terem habitado vários grupos sociais, constituidos pela população local, a eclesiástica o professorado do Colégio e os alunos, que desenvolveram então as suas culturas específicas, onde o musical parecia estar presente para actividades lúdicas e ocupação de tempos livres.

lapa-2.jpg

 



publicado por valores-do-douro-sul às 11:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 30.08.17

jaime 2.jpg

Homem talentoso, Jaime Pedruco, a que tenho assistido várias apresentações suas em Palco, ora dirigindo a Banda de Lalim, ou então a Banda de Aldeia de Sendim, das quais é o Maestro, é muito cheio de inciativas dirigidas à cultura musical da população beirã, dinamizando os mais jovens ao espírito de grupo das Bandas Musicais, sendo um elemento da sociedade do Douro Sul a louvar.

Tão importante que é a música como valor elementar da educação intelectual do indivíduo, e importante é a necessidade dos mais jovens se cultivarem nesta nobre arte.
Os nossos jovens contemporâneos estão desmotivados, face ao padrão de concorrência e exclusivismo, presente na sociedade. É importante motivá-los, distanciá-los do ócio e hábitos de vida preversos, dando-lhes o legítmo realce como valores da sociedade, estimulando as suas sensibilidades culturais.
O gosto pela cultura musical através das Bandas Filarmónicas, com a interligação de diferentes indivíduos em várias escalões etários transmite a todos a música, como importante símbolo da arte, bem estar da alma e aprendizagem da vida quotideana. Tocam em sintonia e coordenação, criam elos de amizade e ocupação dos tempos livres. E sente-se nos grupos um espírito de equipe e brio no desempenho das suas actuações, ficando bem demarcado o bem estar deles e a motivação com que ficam na comunidade com estes valores culturais.

Assim sendo, os jovens criam entre si o estímulo solidário e fraterno que os ajuda a desenvolver na auto-estima, ao cultivar valores importantes para a vida em comunidade.

jaime 1.jpg

Apresento neste post, a filmagem que efetuei ao Concerto Público da Filarmónica de Lalim que foi contemplada com a Medalha de Ouro da Cidade de Lamego em sessão solene na aldeia de Lalim, Lamego, em de 5 de junho de 2016. Medalha atribuído pela Autarquia, reconhece a obra dedicada, que a Banda Filarmónica de Lalim tem desenvolvido desde a sua fundação, com muito cunho do Maestro Jaime Pedruco, nomeando para além fronteiras o nome de Lalim e Lamego.

A Sociedade Filarmónica de Lalim possui em grande parte elementos jovens, e é uma verdadeira escola de Cultura Musical e bem estar da Comunidade Local.

 



publicado por valores-do-douro-sul às 13:25 | link do post | comentar

barcos-2.jpg

Foi graças ao trabalho cuidadoso e persistente que um Grupo de Barquenses de Tabuaço, criou um Grupo e Cantares a identidade onde se revê e cantam a riquíssima qualidade de Canções do Folclore que se vão perdendo no tempo, mas que grupos como este, têm vindo a preservar através da recolha e da representação.
Conhecer os usos e os costumes do passado ajuda-nos a compreender bem melhor o presente e dessa forma perceber as mudanças ao longo das várias gerações. O Grupo de Cantares enquanto promotor de conhecimento do património tradicional de Portugal, é, acima de tudo, um verdadeiro defensor duma identidade e parceiro social ao serviço da cultura nacional.

São as festas, as danças, as cantigas, os contos e as lendas, elementos da cultura popular tradicional que formam a nossa personalidade enquanto ser cultural e social. O reportório das canções tradicionais apresentadas pelo Grupo de Barcos são a fonte informativa que reúne a cultura que faz a ligação entre o presente e o passado. 

A presença do Grupo de Cantares de Barcos é de elogiar, pois veio trazer algo diferente gratificante a Barcos porque tem mostrado ao longo dos anos a todos os habitantes, visitantes e amigos o grande envolvimento dos seus elementos na representação da cultura do concelho Tabuaço. 

barcos-1.jpg

Duma forma geral o povo possui um espírito de dedicação intensa às tradições, traduzido-as em alturas especiais para as celebrar.  São as festas anuais, como é o Natal, o Carnaval e a Páscoa, e outras marcadas na memória da população deste concelho, criando sempre um evento comemorativo.
São festividades de cores e sons onde o religioso e o profano se misturam, criando comportamentos e sentimentalismos intensos. Estas festas ficam eternamente na memória da coletividade. Conversa-se, trocam-se ideias e amenizam-se fissuras sociais. Festejam-se os ciclos da agricultura, o calendário religioso, fazem-se as procissões, há foguetes, janelas recheadas de vistosas colchas e ruas enfeitadas. 



publicado por valores-do-douro-sul às 10:53 | link do post | comentar

Terça-feira, 29.08.17

capela1-barcos.jpg

Durante todo o ano Barcos anseia pela chegada do mês de Agosto.

Sente-se.

Ao longo de todo este tempo há como que o acumular de uma energia potencial que é desejada e que renova o ânimo das gentes desta antiga Vila.

Barcos, que afinal pertence ao Douro, o Douro património da humanidade, do reconhecido vinho do Porto, Barcos com o seu rico património medieval e as imponentes habitações da época moderna entra em animada festa!

 

Antecipam-se dias de férias, condiciona-se o tráfego ao centro do agradável conjunto urbanístico em redor da Igreja Matriz, montam-se vigas para o palco em frente à antiga sede da colegiada.

Ao redor do Santuário de Santa Maria do Sabroso monta-se um gigantesco palco com poderosos altifalantes para acolher o conjunto musical e a imensidão de jovens que virão disfrutar os bailaricos nos dias festivos.

A comissão de festas monta a sua barraquinhas para dar assistência de comes e bebes na festa.

No largo da Igreja Matriz já na aldeia, classificada de monumento nacional montam-se as hastes das bandeiras (Nacional, do Concelho, e de Barcos) que irão ser içadas na manhã de 15 de Agosto pelo Sr. Presidente da Câmara de Tabuaço, Srª Vereadora da cultura e Sr. Presidente da Junta de Freguesia da aldeia, assinalando então o início das festas.

As ruas, recheadas de diversas edificações medievais, grandiosas habitações e todo o casario mais humilde muito colorido e alindado, interligado-se com a calçada muito bem concebida, vivem e comungam da azáfama e grande burburinho de preparativos para os grandes festejos.

Faz sentido todo este aparato: é consagrada homenagem a Nossa Senhora do Sabroso, santa Padroeira de Barcos juntamente com a festa de Santa Bárbara no lugar do Sabroso e onde se revive em simultâneo muito intensamente as tradições e costumes da aldeia, especialmente no dia de Santa Bárbara a nomeação da Priora da festa

Os dias 15, 16 e 17 de Agosto neste ano, são os de maior fulgor e significado destas festividades.

E chega-nos a sexta-feira dia 15. A manhã acordada pela banda de música que passa pelas principais ruas da aldeia com os sons do tambor, do saxofone, flautas e os demais instrumentos caminhando a uma vertiginosa velocidade que ajusta os batimentos do nosso coração fazendo ressoar em crescendo, por todo o corpo, como acontece naqueles espaços onde o vazio ocupa um lugar largo.


E começam a aglutinar-se pessoas, com os seus melhores trajes, senhoras elegantes cujos saltos desafiam os espaços da calçada, famílias inteiras, simpatizantes, amigos, turistas...

Vai-se dar o início da cerimónia do içar das bandeiras ao som do Hino Nacional tocado pela Banda Filarmónica.

Depois a procissão de 3 Km em direcção à Nossa Senhora do Sabroso, pela estrada, tendo como panorama à distância o vale do Douro e os lençóis de vinhas cobrindo montes inteiros e tão bem tratadas que mais parecem jardins tratados.

O povo de Barcos caminha lentamente, de abraços com o coração da sua cultura, com o símbolo na comunidade visível, esta mesma que mantém a tradição e a celebra numa matiz onde o sagrado e o profano se cruzam, onde as gentes da terra caminham em procissão atrás da corte celeste qual paráfrase da vida.  
E assim se cumpriu a procissão da manhã. Seguiu-se missa campal.

Às dezasseis horas as pessoas obedecem ao clamar dos foguetes e arma-se então a procissão a caminho da aldeia e Igreja Matriz.

A procissão chega à aldeia.

Assomam-se nalgumas varandas, bonitas colchas algumas bordadas talvez por mãos antigas. Numa janela, uma velhinha lança pétalas de rosa aos figurinos da procissão. Aglomera-se gente à beira da estrada e em lugares à sombra, cadeirinhas desdobráveis dos prevenidos a quem o tempo pesa mais nas pernas.

Ao passar a procissão, misturam-se o cheiro das flores frescas dum andor com o do perfume fino das belas meninas que fazem parte da comitiva e cerimonial; as belas músicas da banda que se ouvem pelo desfile; o murmurar das rezas de alguns peregrinos e o rebentar esporádico dos foguetes.

Caminham lado a lado representantes de diferentes opiniões, seguram os andores rapazes e lindas raparigas. O polícia também lá vai, a controlar o trânsito; está lá a senhora vereadora da cultura de Tabuaço, o antigo calceteiro da Câmara o responsável máximo da DOUROMEL e o do Banco da Vila; o turista curioso, o cigano a vender pipocas e algodão de açúcar. Todos. Tantos.

A comunidade que se une e reúne e que caminha palpitante bombeada pelas ruas como o sangue que circula pelas veias a partir do coração através de um trajecto que de novo a ele retoma.


Também nós, amigos e simpatizantes, partimos do coração desta comunidade, seguimos também as passadas destas imagens bíblicas da procissão que representam virtudes e valiosos ensinamentos, com a Igreja, símbolo de um povo reunido pela fé.  



publicado por valores-do-douro-sul às 15:52 | link do post | comentar | ver comentários (1)

António José Leitão Canotilho

Cria o teu cartão de visita
artigos recentes

A locomotiva a vapor A 18...

A ponte do comboio e os t...

2008 - Feira Aquilineana ...

Medalha de Ouro da Cidade...

Grupo de Cantares de Barc...

Nª Senhora do Sabroso - A...

Pinhão, Domingo 27-08-17,...

Faia

Identidade cultural de Vi...

Granja do Tedo, aldeia de...

Macieira, aldeia de Serna...

Cultura é Património - Gr...

Os nossos Velhinhos de Se...

A Régua, o Comboio em Cov...

A Estação do Tua e o Dour...

A identidade Cultural de ...

A festa do 15 de Agosto d...

O Douro e o comboio - da ...

Foz do Távora à Quinta da...

De Soutelo do Douro para ...

Covelinhas e Pinhão - o c...

1985 - Primeira Comunhão ...

A Primeira Comunhão e Com...

A primeira Missa do Sacer...

Rancho Folclórico de Arna...

A feira Aquiliniana da La...

Barqueiros, o Douro e o C...

Voltando às lagaradas de ...

Da estação da Alegria no ...

As Lagaradas de Celeirós ...

Linha férrea do Douro: da...

Favaios, festa vinhateira...

O Grupo de concertinas de...

O Vesúvio no Douro

Linha do Douro entre Arno...

Homens de Portugal

Os Bailes

A Roga de Provesende

A festa vinhateira de Bar...

Grupo Musical Duriense "A...

Grupo de tocadores de con...

O Grupo de Cantares de Ba...

Esta noite é de Janeiras ...

Cantadores de Janeiras de...

Cantadores de Janeiras de...

Cantadores de Janeiras de...

Cantadores de Janeiras de...

Cantadores de Janeiras de...

Jazz - tributo a Benny Go...

Marcha do concelho de Tab...

tags

"grupo de cantares de s. miguel"

11 de setembro

1985 - comunhão em vila da ponte

a crise de valores

a estação de caminhos de ferro do vesúvi

a luta

a sé e a srª dos remédios

a vida

alexandre fandino

alma feminina

almas do douro

alto da escrita

amigos

amizade

andar a pé

antónio cabral do douro

antónio canotilho

arcozelo da torre

armamar

arnas

associação cultural rio távora

associação de acordeonistas do távora e

banda filarmónica de lalim

banda filarmónica de nagoselo do douro

banda filarmónica de pinhel

barco douro

barco moliceiro

barcos

barcos tabuaço

barqueiros e o douro

barragem de bagaúste

barragem do vilar

barragens do douro

bombos barcos

caça fotográfica

caminhar

cantadores de janeiras

cantadores de janeiras de s. marta de pe

caretos de bragança

carnaval de bragança

carnaval de lazarim

carrazeda de anciães

castelo

castelo de ourém

cavalhadas de vildemoinhos

ciclovia do dão

cidadania; civismo

coimbra e o mondego

coisas simples da vida

comboio a vapor

comboio a vapor do douro

comboio a vapor pinhão

comboio da rede à quinta das carvalhas

comboio do douro

comboio do douro foz do távora

comboio do douro quinta da romaneira

comboio histórico do douro

comboio miradouro no pinhão

comboio no ferrão; vapor no ferrão; vapo

comboio régua a lamego

comboio vapor

comunhão solene vila da ponte 2008

concertinas de riodades

concerto de amor

contadores de histórias do douro

coração do porto

coro santa casa misericórdia matosinhos

corrida de cavalos

covelinhas

covelinhas e pinhão

douro

douro vinhateiro

farminhão

feiras novas

ferradosa

festa do 15 de agosto

festa vinhateira de barcos

folclore

grupo coral de barcos

grupo de cantares de constantim

grupo de cantares de fornelos

grupo de cantares de vila real

lamego

linha do douro

moimenta da beira

nossa senhora da agonia

orquestra ligeira câmara tarouca

penedono

pinhão

ponte de lima

procissão do mar

rede

ribeira do porto

riodades

santa marta de penaguião

são joão da pesqueira

sernancelhe

tabuaço

tuna de tabuaço

via sacra de ourém

todas as tags

arquivos
participar

participe neste blog

Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


mais sobre mim
links
blogs SAPO
comentários recentes
Locomotiva errada... a que está a circular é a 018...
Eu gosto da sua contribuição, saudações
Ola eu sou a isabelle gonçalo e sou da bals...
Muitos Parabéns Dr. António Canotilho!!!De facto o...
Parabéns, Dr. Canotilho e mais uma vez obrigado pe...
Em nome do Grupo de Cantares de Fornelos, quero de...
Obrigado, muitos cumprimentos
Obrigado Dr Canotilho, será colocado no próximo do...
Boa tarde Sr Gabriel Obrigado pelas suas palavras,...
OláUm texto fantástico generoso pela partilha de c...
Parabéns pela página!Está estrondosamente linda e ...
Sondes tonos
E muito bonito
Olá Uma excelente e oportuna reflexão... um texto ...
O granjal e terra mais bonita nas tradisoes
Son una buena banda a mi parecer los escuche una v...
Sem palavras!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Maravilhoso todo...
Obrigado.Vou avaliar e apreciar o seu blogCumprime...
Muito interessante este seu blog.:)
olá Sr. Doutor... como sempre está de parabéns!!!!...