Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

 

 

 

Esta apresentação com 12 filmes que apresento, inseridos por entre textos alusivos à região do Douro Norte e Douro Sul, retrata os momentos festivos da festa vinhateira de PROVESENDE, concelho de Sabrosa, onde destaco o nível e características da representatividade cultural popular das populações locais, e o envolvimento de outros grupos de recreatividade da região, notoriamente dos concelhos vizinhos.

 

 

 

 

Filmes em FullHD

 

A inversão da pirâmide etária da população com altas taxas de envelhecimento, consequente a acentuada quebra da natalidade e ao fenómeno da imigração e emigração que se iniciou em finais da década de 50 (século XX) é a realidade bem visível no nosso território beirão.

Uma população deprimida, carente dos elos mais jovens da população, uma população que, em décadas anteriores, mostrava os seus talentos e artes através duma série de actividades recreativas expontâneas que se iam sucedendo ao longo do ano em função dos períodos de fainas agrícolas, festividades religiosas, ou mesmo brio duma comunidade em apresentar aos seus e vizinhanças o dom que possuíam numa apresentação teatral, musical ou do género.

 

 

 

 

Há algumas dezenas de anos também não existia a televisão e a população, isolada dos grandes centros populacionais da cultura e da arte, possuía uma avidez à criação de grupos culturais populares, suporte e necessidade para o lazer e estabilidade mental de todos.

 

 

Assim, ao longo de centenas de anos foi-se cultivando uma cultura regional, de trabalhos, artes e tradições, de contrastes evidentes em cada pequena parcela territorial, fruto da inteligência do homem e sua interacção com ambiente físico e climatérico local.

São estas as evidências que se observam ainda por muitas das nossas Aldeias e Vilas, muito presentes nas memórias da gente mais idosa, e que correm o risco de extinção, caso não haja uma inversão das tendências migratória e sociais da população, e uma acção eficaz dos agentes culturais locais na recolha, dinamização e preservação destes valores.

 

 

Sente-se e denota-se em algumas das nossas comunidades Beirãs e do Douro um brio e um orgulho pelo seu património cultural, religioso, paisagístico e arquitectónico, que ao mesmo tempo gera vitalidade, saúde e capacidade de iniciativa da população local.

Caracterizo a saudável iniciativa dos investimentos no embelezamento e recuperação das aldeias vinhateiras do Douro.

Povoações onde se denota nos seus habitantes o orgulho bairrista da sua aldeia alindada, o sentimento ao passado histórico local, o gosto em abrir as portas da aldeia aos amigos e visitantes, a necessidade em formar grupos culturais, com vista à preservação e divulgação das tradições endógenas.

 

 

Assim sendo, numa grande parte destas nossas aldeias, recheadas dum imenso passado histórico, visível pela imensa riqueza dos traços arquitectónicos encontrados, está viva ainda no histórico dos mais sábios, toda uma sabedoria repleta de emoções que proporcionava aos antecessores uma união, bem estar e estabilidade.

Situo-me na minha aldeia natal: Vila da Ponte, Sernancelhe.

Tem pelourinho, casa da cadeia, dois solares abrasonados, um santuário (Nossa Senhora das Necessidades), enfim, foi sede de concelho até 1855. No meu

concelho, também a aldeia de Lapa, Fonte Arcada e a Vila de Sernancelhe possuem pelourinho, e uma envolvente zona histórica em perfeita harmonia.

Sernancelhe possui no seu património religioso o Santuário da Lapa, conhecido pelos cinco cantos do mundo, e, antes do fenómeno de Fátima, um dos principais lugares de peregrinação da Península Ibérica.

 

 

A potencialidade da dinamização de Sernancelhe através do turismo religioso, na Lapa, um roteiro de circuito e visita ao quatro antigos concelhos de Sernancelhe, ou conhecendo a grandiosidades dos Mosteiros da Tabosa, Freixinho ou Mosteiro da Ribeira é uma viabilidade a ter em conta com vista à preservação de toda esta riqueza, e à pululação de toda a cultura indígena local que se encontra em estado de hibernação, e desejosa que os verdadeiros espíritos culturais a revitalizem com um espírito e engenharia audaz e inteligente.

 

 

Tal como Sernancelhe, todo o nosso Douro e vizinhanças possui os mais variados e infindáveis contrastes, ao gosto de qualquer turista, e propícios a um sem número actividades, visitas e panoramas.

Um passeio romântico de barco com refeição a bordo, escolhemos a rota do rio Douro.

Um retrocesso ao passado das dinastias visitamos o imponente Castelo do Magriço em Penedono, visível a dezenas e dezenas de quilómetros em todas as direcções.

Uma praia fluvial aconchegada com um imenso panorama hidrográfico tendo como fundo vinhedos e pomares, deslocamo-nos então aldeia de Faia em Sernancelhe, e se investigar-mos a história recente da aldeia, seremos informados que na década de sessenta quase toda a aldeia ficou submersa sob as águas da albufeira do Távora quando as comportas da barragem do Vilar foram encerradas: uma história emocionante a assinalar no vale do Távora, tal com a Aldeia da Luz no Alentejo.

 

 

Paisagens infinitas que se perdem no horizonte, subimos ao monte da Borralheira em Vila da Ponte - Sernancelhe, e no Santuário de Nossa Senhora das Necessidades, visualiza-se toda a albufeira do Távora, ao longe as montanhas do Douro, e a norte o Marão.

Para horas de reflexão ou meditação, descemos o Távora mais alguns quilómetros, e encontramos o Mosteiro de São Pedro das Águias, rodeado de altas penedias graníticas, a transmitir a imponência infinita da natureza frente à singularidade do ser humano.

Para pernoitar, continuamos sob a influência do território do Távora, mas muito mais a montante, e escolhemos um antigo mosteiro, recuperado para turismo rural, o Convento de Nossa Senhora do Carmo em Freixinho, com um património arquitectónico exemplar do século XVII e um sem número de histórias para contar de costumes e valores das religiosas que por aí habitaram ao longo de alguns séculos, e que como é obvio deixaram marcas da sua cultura que ainda persiste hoje, o caso da doçaria conventual típica, as "cavacas de Freixinho".

Turismo religioso, por excelência a Nossa Senhora da Lapa em Sernancelhe ou então os Remédios em Lamego e aqui com uma enorme escadaria de acesso ao santuário e vários patamares pelo meio.

 

 

Passeatas a pé por um lindo e preservado vale rodeado de enormes montanhas, no percurso duma ribeira, recheada pelas margens duma imensidão de sabugueiro, descemos à Granja do Tedo e calcorreamos o caminho rural até Ribeira de Goujuim.

Enfim: o círculo do Douro Sul e Douro Norte, da pertença do Distrito de Viseu e Vila Real, são uma parcela do território Português com um sem número de valores paisagísticos, arquitectónico, culturais e etnográficos, que bem trabalhados e divulgados, poderão no cenário português e cartaz turistico de Portugal, possuir o lugar merecido como "paraísos de Portugal" ou "a mais encantadora região paisagística da Península Ibérica".

 

 

Vamos subir a Provesende, à sua festa vinhateira que decorreu em 23 e 24 de Outubro.

Não conhecia a freguesia; por várias vezes tinha subido do Pinhão a Favaios para apreciar a imensidão de vinhedos muito bem acondicionados por entre os socalcos seculares e as pequenas aldeias isoladas a quebrarem a homogenia de toda a tela verde visualizada. Filme parte 1

A partir do Pinhão vamos percorrer um emaranhado de curvas até Provesende numa distância de 12 km, sempre montanha acima, mas valendo a pena: a paisagem envolvente com as alturas define bem o encanto da natureza envolvente com predomínio de videiras e aqui e ali aglomerados de cortiços de abelhas.

 

 

Lá no alto no cruzamento da estrada nacional para a aldeia de Provesende o cenário é maravilhoso: toda a paisagem de montes envolventes num raio duma dezena de quilómetros, mais parece um verdejante jardim muito bem requintado e tratado, mas na verdade é a imensidão de metros quadrados das vinhas do Douro, que ao olhar de muitos se pode denotar a sensação de existir alguma competitividade entre os vários proprietários pela mais linda vinha.  Não é verdade, todos possuem orgulho e brio na boa apresentação do seu cultivo e território.

Chegamos a Provesende: que encanto de freguesia num dos epicentros da região demarcada do Douro. O encanto da aldeia com uma imensidão de casas brasonadas e muitas outras xistosas, mas muito bem preservadas, em simbiose com a paisagem rural envolvente, transmite uma ímpar beleza harmoniosa, que seduz o nosso olhar e nos faz parar abismados a admirar esta mistura da natureza com a criatividade e arte do ser humano.

As estreitas ruas de Provesende, estão muito bem preservadas, o casario envolvente denota-se, de cara lavada; vale a pena parar um pouco na zona mais histórica onde encontramos o Pelourinho, a Igreja Matriz, uma destacada casa senhorial brazonada, e na praça, antes dum miradouro sobre a paisagem da freguesia a fonte do século XVIII.

 

 

Sábado, 23 de Outubro

Após uma breve ambientação na praça e espaço mais histórico da aldeia, onde iriam decorrer dentro de breves momentos as actividades festivas, desloquei-me à Junta de Freguesia onde visualizei numa das suas portadas uma azáfama de gente a entrar e saír, que pelos vistos era a preparação para inauguração num espaço uma loja de vinhos, unicamente de produtores da região.

Muito bem, um exemplo a seguir pelas várias comunidades do nosso interior.

Se por um lado estas lojas funcionam com posto de venda aos produtos da principal fonte de subsistência da população local, dinamizados pela sua Junta de Freguesia, também é possível a todos expor os seus néctares com orgulho em atraentes prateleiras.

O visitante que procura as várias ofertas de vinhos de acordo com o seu gosto, sente o local como muito propício à sua escolha, ficando certamente fidelizado a voltar num futuro e com amigos.

Permaneci na aldeia até ao fim dia, para participar como espectador no cerimonial da inauguração, que contou como é obvio com a presença das individulalidades de liderança desta região do Douro, demarcando-se o discurso do Governador Civil, a salientar a importância do turismo douriense, que não se deverá limitar apenas ao rio Douro, mas numa subida dos turistas aos principais encantos da região: as paisagens rurais, as aldeias e as suas gentes com os característicos costumes e tradições.

 

O espectáculo iniciou-se precisamente às 15 horas de Sábado com uma arruada pela Fanfarra de Bombeiros Voluntários de Provesende, exibindo as suas perícias muito audazes, captando a atenção de todos e arrastando os espectadores e visitantes para o centro da aldeia. A imponência da actuação é visível no Filme parte 2 onde destaco um miudo bem pequenino, todo senhor do seu bombo a exibir em perfeita consonância com os demais adultos do grupo as habilidade e piruetas com o referido instrumento.

Seguiu-se uma apresentação com o grupo de música tradicional portuguesa "Quina de copos", que considero de elevado nível, proporcionando a muitos espectadores um baile animado e muito garrido com as vestimentas de outros actores que ao longo da tarde iam realizando os seus espetáculos.

 

Uma apresentação muito convidativa e que recomendo para o próximo ano é a "Roga de Provesende", uma representação de traço folclórico da população de Provende sobre a temática "Vindimas", o apogeu em festividades e alegria do povo Douriense.

Uma actividade que continua a mobilizar homens, mulheres e crianças, porque a intervenção humana para o corte e transporte das uvas para dornas e lagares é insubstituível.

Há muitos anos atràs vinham grupos de gente (rogas) para cada  proprietário, onde as mulheres traziam o cesto à cabeça, a merenda e mais um outro cesto no braço, para onde cortavam as uvas.

Os homens, apetrechados com as sua roupa e um sacho para segurarem o cesto da vindima. Ao chegarem a casa dos feitores ou patrões, faziam uma roda, cantando, dando vivas ao patrão e ao rogador. Finalmente a todos era proporcionado bebida e comida.

Havia sempre um grupinho que tocava concertina, ferrinhos e bombo a alegrar a tarefa da vindima, e no final do dia após a ceia voltavam a cantar e a dançar até à exaustão que os levava a um sono profundo e reparador para o dia seguinte da labuta.   Filme parte 3a 3b e 4

 

 

Disfrutamos posteriormente a a exibição do tema "AS VINDIMAS", uma apresentação do grupo de teatro ZAIDE de Provesende com a participação de jovens também da aldeia, uma adaptação do romance de Miguel Torga, "AS VINDIMAS".

Um cenário tendo como palco e envolvência o elegante fontanário em granito datado de 1755, localizado na praça principal, e a presença dum público muito atento.

A filosofia da apresentação fundamentava-se na mobilização de grupos de gente, velhos e novos, da vizinhança e por vezes de terras longínquas para as vindimas  em quintas do Douro, que correspondia a uma verdadeira aventura para eles, onde, longe do seu meio e comunicando com outras pessoas desconhecidas, criavam-se amizades, nasciam namoriscos, por vezes inventavam-se intrigas. Todos se desinibiam, mesmo os mais velhos, passavam por altas emoções, e nascia para muitos e muitos novas esperanças na vida e novos rumos.    Filme parte 5

E para nós público, que somos amantes destas gentes, dos seus usos e costumes, das suas festividades, da sua alma, da vitalidade básica e essencial para que possam sobreviver com estímulo e boa saúde mental, vamos também nestes encontros travar conhecimentos com gentes da localidade, e tantas vezes intelectuais que percorrem centenas de quilómetros para apreciar o melhor qua a cultura popular tem para oferecer e para ensinar.

Assim conheci no evento uma figura reconhecida a nível nacional, Dª Margarida Martins, muito empenhada na luta contra a SIDA, uma simpatia ímpar e disponível para a cedência de meios informativos na luta contra esta doença, ou mesmo na realização  no nosso meio dalgum evento sobre esta temática da saúde. 
Nalguns dos extratos do filme, figura pública que é, a reconhecemos muito entusiasmada na participação do evento e recolha de dados fotográficos. Filme parte 6

 

 

Domingo 24 de Outubro

Voltei à segunda parte da Festividade, conforme referi, o dia anterior foi muito agradável.

Uma tarde agradável com a exibição dos Ranchos Folclóricos de Trevões, Granja do Tedo e Sabrosa. Filme parte 8, 9 e 10

Os dois primeiros já me são familiares e brilham pelo seu requinte, nível e recolhas etnográficas a que se têm também dedicado.

O grupo de Sabrosa, mais garrido que os do Douro Sul, possuem um forte investimento em juventude, o que é um bom indicador social local, numa sociedade em crise de valores.

 

Encantador foi um grupo de cantares à desgarrada, acompanhado com dançarinas da aldeia no interior da Padaria Tradicional Fátima, sob um calor reconfortante do forno de lenha, a emanar um odor a pão cozido e a estimular as glândulas salivares dos que se encontravam no interior. Filme parte 7

Um ambiente muito acolhedor, e que no final nos reconfortou com um pão centeio muito saboroso, recheado com talhadas de porco assado num espeto à porta da padaria.

Antes de deixar este mágico e místico ambiente, aproveitei para apreciar a encenação de "O velho, o rapaz e o burro" pelo grupo Filandorra - Teatro do Nordeste, que nos fez reflectir sobre as contigências e complexidades do ser humano Filme parte 11



publicado por valores-do-douro-sul às 16:36 | link do post | comentar

2 comentários:
De Paula Gago a 6 de Novembro de 2010 às 21:29
Muito interessante este seu blog.:)


De valores-do-douro-sul a 6 de Novembro de 2010 às 21:34
Obrigado.
Vou avaliar e apreciar o seu blog

Cumprimentos
António Canotilho


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