Terça-feira, 21.06.11

Afasto-me agora um pouco da Província, e dirijo-me à cidade invicta, mais precisamente à foz do Douro.

O passeio com os flimes que apresento, reúne os cenários ao longo da marginal do Douro desde a Foz até à ponte de D. Luis, tendo como guia da caminhada todo o percurso do Eléctrico nº 1 do Porto que se inicia na rua do Passeio Alegre (Foz) e terminando na rua do Infante D. Henrique, num total de 7 km.

 

 

Termino com uma visita ao cais da Ribeira, movimentado com turistas, alguns a acotovelarem-se em bichas para conseguir um lugar mais privilegiado no passeio de barco rabelo pelo Douro, e outros cheios de emoção e confortados, de regresso a terra, depois de desfrutarem durante cerca de uma hora a viagem que a embarcação turística lhes proporcionou.

 

 

Vale a pena admirar a estrutura metálica da Ponte de D. Luis, percorrer as suas duas plataformas, e admirar a montante e a jusante o cenário maravilhoso do Porto ribeirinho, com uma azáfama de vitalidade, seja na margem de Gaia, ou na do Porto, e mesmo no próprio rio com embarcações a passar continuamente, ora para a Foz,ou Douro a dentro.

 

 

Nos três primeiros filmes, ao seguir a linha do eléctrico, cruzo-me frequentemente com este veículo secular, já bandeira turística do Porto, fazendo-nos retroceder à década de 60 da cidade, em que este era o principal meio de transporte urbano, percorrendo ruas e ruelas, e com um raio de acção que se prolongava até Gaia ou mesmo Leixões.

Ao longo do percurso há várias zonas verdes marginais ao Douro, por onde muitos transeuntes se deslocam, ou executam as suas caminhadas de passeio. São privilegiados: se por um lado vão praticando exercício físico sob a influência do ar marítimo, também se vão entretendo com cenários de actividades piscatórias artesanais, seja pesca à linha ou então em pequenos barcos.

 

 

O Porto velho, os característicos e centenários edifícios edificados uns por cima dos outros, mais parecendo castelinhos à distância, cheios de colorido com roupas estendidas ao longo das janelas e varandas, vivem em simbiose quase perfeita com o Douro.

Um cenário que observado da margem de Gaia, convida qualquer amador de fotografia a infindáveis disparos fotográficos para gravar os pormenores que o panorama do Douro e Porto oferecem.



publicado por valores-do-douro-sul às 07:25 | link do post | comentar

António José Leitão Canotilho

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