Quarta-feira, 09.05.18

 

                                            Viver, sentir conhecer Portugal

                           logotipo.jpg

 

                      www.viver-sentir-conhecer-portugal.com

 



publicado por valores-do-douro-sul às 07:21 | link do post | comentar

Domingo, 08.04.18

IMG_20180408_163040.jpg

Em cada esquina da cidade há um café, um restaurante, uma pastelaria...Local onde se dirigem as populações urbanas por vários motivos: para beber um café e tomar o pequeno almoço, abastecerem-se de de pão ou pasteis, até mesmo saborear uma bebida e petiscar uma refeição, porque as necessidades fisiológicas o exigem.
Os espaços assinalados são atraentes e sedutores, grande higiene, com traços de moderna engenharia, mas... sem alma, ou seja: os clientes entram e saem, fornecem-se ou tomam o seu café, e saem quase sempre stressados para as suas vidas rotineiras. É esta, a  principal filosofia e função do café de cidade - quanto mais bem localizado, mais atraente e sedutor for, melhores modernices o bom cheiro oferecer, é para onde as massas populacionais se vão então deslocar.

 

O valor e interesse da taberna tradicional, muitas vezes com mercearia adjacente, e o café da aldeia são de extrema importância para o equilíbrio e sobretudo para uma salutar convivência entre conterrâneos e amigos.
São uma mais valia das populações das aldeias, que não sendo de modo algum um "espaço cultural", se identificam como principal local de conversas, debates, entretimentos como, o jogo das cartas ou assistir a programas televisivos.

É assim que se passam as tardes de Domingo, os intervalos do trabalho nas nossas aldeias do interior, sempre em ambiente agradável e com "toque" familiar.

E é aqui o ponto de encontro diário, onde as notícias locais e nacionais estão sempre em dia.

E é aqui onde se delineiam estratégias e acordos políticos; este ou aquele mostra o seu talento, como poeta, cantor, ou tocador de concertina, como o que aconteceu esta tarde à porta da Taberna da Srª Anunciação Tavares em Freixinho - Sernancelhe, em que apreciamos a exibição do Sr Agostinho da Ponte do Abade para mulheres da aldeia, enquanto seus maridos no interior, jogavam às cartas.

IMG_20180408_164936.jpg

Convívios puros e saudáveis, da máxima importância ao equilíbrio psíquico e bem estar das populações locais.

Os ambientes são sempre acolhedores, não têm os luxos e as piquinhices dos bares e cafés citadinos, mas possuem algo invisível que seduz e atrai os amigos e conterrâneos - ALMA.



publicado por valores-do-douro-sul às 20:30 | link do post | comentar

Quarta-feira, 04.04.18

são salvador do mundo.jpg

O povo do Douriense, quer seja nos vinhedos ou no seu rio mostra sempre uma recepção calorosa a quem os visita, e tal se deve às caraterísticas comuns destas gentes que, ao longo dos séculos, habitaram e souberam modificar este território de Portugal. São a lealdade e a hospitalidade os atributos mais enraizados nestes, e a assinalar também a integridade do caráter.
Porém existe neles um dado aparentemente incoerente, mas que sabem conciliar, a individualidade e o comunitarismo. É que, embora, sendo auto-suficientes, têm necessidade em gerar valores comunitários, criando laços com os conterrâneos, amigos e vizinhos. na criação de valores comunitários para assim responder às suas necessidades.

O percurso do ser Humanos pela aspereza deste rio e montanhas, os nove meses de inverno e três de inferno (calor extremo), medos das trovoadas e grandes chuvadas, criou um sentimento de insegurança comunitário, tornando-o muito crente em relação a Deus.
Visualizou-o no sol, nos frutos, nas fontes... e tornou sagrado os lugares onde o sentia: igrejas e capelas, nichos e alminhas, os passos da via sacra, as procissões e os cânticos.
A festas, nomeadamente o resumo que apresento de São Salvador do Mundo, anexo a São João da Pesqueira, é uma necessidade desta gente. É o aspecto da interrupção que esta apresenta em relação à rotina diária. Momentos de extremos e transgressões, alegrias gratuitas.
Porém, em paralelo, verifica-se a melhor forma de expressão da religiosidade popular: sente-se a ligação com o invisível, e a aliança do povo com Deus



publicado por valores-do-douro-sul às 10:14 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.04.18

comboio-Covelinhas.jpg

Um verdadeiro percurso num comboio, com uma multiplicidade de estações, entradas e saídas de passageiros.
Percurso, em que tudo acontece: desde momentos e mais momentos agradáveis, até mesmo cenários tristes e acidentes; embarques com pessoas agradáveis, porém nostálgicos com outros que saiem. 
Ao nascer, entramos neste comboio tendo ao nosso lado duas pessoas, os nossos Pais que, pensamos que irão connosco até ao fim de linha, porém tal não acontece na maior parte das vezes. Nalgumas estações mais à frente do percurso, saiem do comboio, e nós perdemos então a sua proteção, amor e suporte.

Alguns que viajam no comboio encantam-se com todo o cenário envolvente, mas outros vão fechados com angústias e tristezas. Outros passageiros, percorrem as várias carruagens, e espontaneamente prontos a ajudar qualque um. Ao parar numa estação alguns descem, com saudades daqueles que permanecem pela viagem. E há uns outros que, numa dada estação saiem, sem que alguém se aperceba da sua falta.


Filme da partida do comboio a vapor do Douro com a animação do grupo de cantares de Fornelos

O comboio tem carruagens de passageiros com várias classes, as mais luxuosas e as mais desconfortáveis, o que faz com que todos viajam separados e em mundos diferentes. Porém é permitido a qualquer um atravessar as diferentes carruagens, contactando então momentaneamente, pessoas de diferentes níveis. Assim, a viagem é feita de sonhos, imaginações, periodos de calma ou de azáfama, surpresas, entradas e saídas de passageiros. Certo é que todos sabem que há um final de linha afastado do ponto de saída, onde termina a viagem.
Da partida à chegada ao destino, há muitos quilómetros a percorrer, pelo que, os diferentes passageiros, deverão vivê-la em conforto, procurando estabelecer harmonia e empatia entre eles, tentando dar ou aprender alguma lição, ou amizade.
Porém, a qualquer momento, uma amizade ou permuta que se criou, desfaz-se com a saída de passageiros em determinada estação.

O local onde vamos saír, não o conhecemos e não sabemos onde é. Mas, ao chegar, ficamos com uma nostalgia, saudade, e tantas vezes choramos, por todos aqueles que permanecem no comboio, aos quais ganhamos afeto e amizade. Sentimos também uma paz interior, porque dalguma forma, contribuímos para o bem estar dalguns, proporcionando-lhes a nossa experiência da vida.

Outros que saiem, ficam sentados na estação até ao momento da partida do comboio, e a observar os que entraram, os que saíram, e a recordar os bons e maus momentos com os diferentes passageiros, mesmo dos contactos momentâneos, daqueles que viajavam em classes diferentes.
Ao perder de vista o comboio a prosseguir a longa caminhada, na estação, estes agradecem a Deus por ter chegado bem a este destino, e ter conhecido muitos que viajaram em conjunto, alguns mesmo noutras carruagens.
Os que continuam, percorrem mais e mais quilómetros; embora viajam em carruagens de diferentes confortos, vão todos no mesmo comboio.

tua.jpg



publicado por valores-do-douro-sul às 11:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.03.18

As grandes emoções da vida são o salutar convívio com a família os amigos, a comunicação edificante entre os Homens e a preservação e contribuição para a verdadeira amizade.

Ponto-Encontro-006-a.jpg
A Internet é já um meio de divulgação e comunicação que bem se inseriu numa boa parte da população portuguesa. Os encontros de conterrâneos,famílias e amigos por este meio está bem intrinsecamente relacionado com um conjunto de condições sociais e económicas que Portugal viveu na sua História contemporânea.

Portugal ao longo das últimas dezenas de anos ficou marcado pela emigração de cidadãos seus para as mais variadas partes do mundo: os PALOP’s no período da colonização, o Brasil, nas décadas de 50 e 60. E com intensidade nos últimos 50 anos para a Europa, Estados Unidos e Canadá. Muita gente procurou fora do país escapar à pobreza que cá existia, em busca da obtenção de melhores condições de vida.

Ponto-Encontro-005-b.jpg

Mesmo dentro de Portugal, houve vagas sucessivas de imigração, com a deslocação de muitas pessoas das suas regiões de origem para os grandes centros urbanos, onde a vida era menos difícil que nas pequenas aldeias ou vilas do interior.

Estas situações levaram a uma enorme quantidade de desencontros entre amigos pais, filhos, irmãos e outros familiares.

Ponto-Encontro-004.jpg

A Internet, permite que pessoas que nada sabiam dos seus há anos e anos, tivessem o privilégio e sorte de se poderem comunicar e rever.

Porém foi muito gratificante para mim também quando ao divulgar o nome da nossa terra - Vila da Ponte pelo mundo inteiro, foi sentido por um daqueles que de cá emigrou já há muitos anos (década de 50-60), e por este meio de divulgação com saudade e sentimentalismo, comunica comigo e procura então notícias e informações da Aldeia. 
Era o desejo e sentimentalismo de se ligar novamente ao cordão umbilical das suas origens, onde por vezes ainda se encontram os valores dos familiares, amigos e toda a recordação dum início da vida e seusantepassados.

Ponto-Encontro-003.jpg

Pessoas desconhecidas por mim, mas que me sensibilizaram e emocionaram. Valores humanos que deixaram o Concelho há dezenas e dezenas de anos e não tiveram mais notícias, informações ou progressos da sua aldeia.
Muitas vezes factores e circunstâncias de índole económica que os afastou completamente da terra de origem, dos amigos, de toda a família…

Surpresa, no caso actual, quando um dos filhos ou netos destes emigrantes, situado num outro continente a milhares de quilómetros de distância, acompanhando os progressos tecnológicos da Informática e Internet, digita “Vila da Ponte – Sernancelhe”, lê e observa o que existe OnLine sobre o local, e então divulga as notícias e fotografias actuais a toda a família que emigrou.

Foi quando que uma jovem Brasileira comunica para o meu endereço emocionada com as imagens da Vila da Ponte actual, que sensibilizaram e emocionaram o seu Pai e Tia já idosos, naturais de Vila da Ponte Sernancelhe, os quais, na juventude, partiram para o Brasil, à procura dum futuro mais próspero, tendo-se então desligado completamente da Pátria Mãe - Portugal.

Referiu-me que pertencia a uma família humilde de 4 irmãos, por ventura já sem vestígios cá na aldeia, mas que segundo informação do Pai e Tia, viviam em frente à Farmácia Mota, recordando-se ainda do primeiro proprietário da centenária Farmácia. Pelas referências genealogicas conclui que correspondia à família Margarido.

A minha resposta foi de comoção e de abalo euforizante, visto que o  Email que enviei, transportava imagens dos familiares irmãos sobrinhos e cunhados, que na realidade estavam vivos e bem presentes na aldeia.
Nova vida de ligação familiar iria recomeçar com toda a certeza desde então.

Surpresa, agora para os de cá, foi quando lhes participei a realidade da existência dos familiares directos do Brasil, e depois as fotografias que lhes ofereci, imprimidas após recepção do Email lá do outro lado do Atlântico.

Sem dúvida que houve confirmação e reconhecimento mútuo das várias fotos familiares enviadas e recebidas. Então os endereços e telefones de todos foram comunicados.

Ponto-Encontro-002.jpg

O alcance da Internet, agora com o Messenger, isto é, a comunicação em directo através de som e imagem, foram os momentos posteriormente proporcionados a todos, com novas emoções de contactarem frente a frente, reconhecendo-se em reciprocidade, e refazendo os acontecimentos e valores familiares interrompidos há 50 anos.

Passou a ser o momento mais nobre para todos sem dúvida, a hora do encontro, do convívio e olhos nos olhos, que proporcionei à Família, nalguns Domingos sempre que havia possibilidade.

Grandes emoções da vida são o salutar convívio com a família os amigos, a comunicação edificante entre os Homens e a preservação e contribuição para a verdadeira amizade.

Ponto-Encontro-001.jpg

Bom final de história real, que nos orgulha a todos, e desejos verdadeiros que cenários ou situações semelhantes possam de novo acontecer e nós possamos contribuir, pois que, provavelmente, um dos grandes prazeres da vida é sem dúvida “fazer os outros felizes”

 



publicado por valores-do-douro-sul às 11:37 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.02.18

Pinhão-1.jpg
Carnaval está associado à utilização de máscaras pelos foliões.

Também a origem das máscaras está relacionada com cultos antigos. As máscaras carnavalescas remontam aos antigos rituais pagãos de culto dos mortos, em que uma das formas de conciliar os maus espíritos era antropomorfizá-los. Assim, aquele que personificava os espíritos, vestia-se de branco e cobria o rosto com uma máscara.

Origens simbólicas à parte, o Carnaval é encarado pela maior parte das pessoas como um período de folia onde a música, a dança e a alegria são rainhas e em que toda e qualquer transformação é permitida.
Seja por questões de timidez, de insegurança de carácter ou pelo desejo de fazer tropelias de forma incógnita, a máscara ou o traje de Carnaval assume um papel primordial neste periodo.
Para quem vive o Carnaval, este funciona como um ritual de transformação que o indivíduo aproveita, através dos tempos, para libertar os seus desejos em ser outrem.

Enquanto é criança, o imaginário de um indivíduo é invadido por fantasias saídas directamente dos desenhos animados ou das histórias infantis. Não é, pois, de admirar que as suas máscaras preferidas sejam as dos seus heróis fantásticos.
Muitas vezes, este desejo de transformação é-lhes incutido pelos pais, eles próprios sedentos duma metamorfose social.
Ao vestir um fato de super-herói, a criança sentir-se-á com os seus poderes. É o início de um processo de busca de um “outro eu” que irá acompanhá-la por toda a vida.

É também interessante notar que os disfarces escolhidos pelos jovens adolescentes são, de algum modo, homogéneos. Se os grupos de fantasmas, bruxas, vampiros e múmias proliferam pelas ruas de uma qualquer cidade, não é menos verdade que muitos dos grupos de mascarados são fruto de uma busca frenética por entre os baús e armários antigos cheios de roupas pertencentes à juventude dos seus progenitores.

A idade adulta, por trazer mais seriedade à vida, é marcada pela vontade de uma transformação mais radical. Os homens roubam as cabeleiras às mães, as saias curtas e blusas decotadas às irmãs e as meias de rendas e os sapatos de saltos altos às namoradas, e vão para a rua tentar compreender o universo feminino. As mulheres vestem o fato do pai ou do irmão, colam um bigode aos lábios e escondem os longos cabelos, e saem de casa em busca da liberdade masculina que lhes é vedada durante o ano.

Pinhão-2.jpg
O que é realmente importante é que o Carnaval possibilita a todos os indivíduos uma liberdade de expressão e de comportamento que não lhes é permitida durante o resto do ano. Talvez por isso o período carnavalesco seja, por excelência, um período de paradoxos cometidos em nome de uma liberdade que a sociedade castra.



publicado por valores-do-douro-sul às 19:03 | link do post | comentar

António José Leitão Canotilho

Cria o teu cartão de visita
artigos recentes

...

Tardes de aldeia - em Fre...

São Salvador do Mundo, Sã...

O nosso percurso neste mu...

Ponto de Encontro de Fami...

O Carnaval no Pinhão - Do...

Grupos Cantares Tradicion...

Ciclovia do Dão - um perc...

As nossas crianças

Grupo de Cantares de Carr...

Ponte do Abade - procissã...

Aguiar da Beira - desfile...

Aguiar da Beira - feira d...

Paredes da Beira, uma luf...

Paredes da Beira, São Joã...

Vesúvio, Douro e o comboi...

RIODADES, a comemoração p...

Banda Filarmónica de Riod...

Riodades, a Procissão de ...

Vilar, Rancho folclórico ...

Atuação da Banda de Rioda...

Em Covelinhas, Régua e na...

A locomotiva a vapor A 18...

A ponte do comboio e os t...

2008 - Feira Aquilineana ...

Medalha de Ouro da Cidade...

Grupo de Cantares de Barc...

Nª Senhora do Sabroso - A...

Pinhão, Domingo 27-08-17,...

Faia

Identidade cultural de Vi...

Granja do Tedo, aldeia de...

Macieira, aldeia de Serna...

Cultura é Património - Gr...

Os nossos Velhinhos de Se...

A Régua, o Comboio em Cov...

A Estação do Tua e o Dour...

A identidade Cultural de ...

A festa do 15 de Agosto d...

O Douro e o comboio - da ...

Foz do Távora à Quinta da...

De Soutelo do Douro para ...

Covelinhas e Pinhão - o c...

1985 - Primeira Comunhão ...

A Primeira Comunhão e Com...

A primeira Missa do Sacer...

Rancho Folclórico de Arna...

A feira Aquiliniana da La...

Barqueiros, o Douro e o C...

Voltando às lagaradas de ...

tags

"grupo de cantares de s. miguel"

11 de setembro

1985 - comunhão em vila da ponte

a crise de valores

a estação de caminhos de ferro do vesúvi

a luta

a sé e a srª dos remédios

a vida

aguiar da beira desfile etnográfico

aguiar da beira feira atividades economi

alexandre fandino

alma feminina

almas do douro

alto da escrita

amigos

amizade

andar a pé

antónio cabral do douro

antónio canotilho

arcozelo da torre

armamar

arnas

as nossas crianças

associação de acordeonistas do távora e

atuação banda riodades 2008

banda de riodades

banda filarmónica de lalim

banda filarmónica de nagoselo do douro

banda filarmónica de pinhel

barco douro

barco moliceiro

barcos

barcos tabuaço

barqueiros e o douro

barragem de bagaúste

barragem do vilar

barragens do douro

bombos barcos

caça fotográfica

caminhar

cantadores de janeiras

cantadores de janeiras de s. marta de pe

caretos de bragança

carnaval de bragança

carnaval de lazarim

carnaval no pinhão

carrazeda de anciães

castelo

castelo de ourém

cavalhadas de vildemoinhos

ciclovia do dão

cidadania; civismo

coimbra e o mondego

coisas simples da vida

comboio a vapor

comboio a vapor do douro

comboio a vapor pinhão

comboio da rede à quinta das carvalhas

comboio do douro

comboio do douro foz do távora

comboio do douro quinta da romaneira

comboio histórico do douro

comboio miradouro no pinhão

comboio no ferrão; vapor no ferrão; vapo

comboio presidencial

comboio régua a lamego

comboio vapor

comunhão solene vila da ponte 2008

concertinas de riodades

concerto de amor

douro

douro vinhateiro

farminhão

feiras novas

ferradosa

festa do 15 de agosto

festa vinhateira de barcos

folclore

grupo coral de barcos

grupo de cantares de constantim

grupo de cantares de fornelos

grupo de cantares de vila real

lamego

linha do douro

moimenta da beira

nossa senhora da agonia

orquestra ligeira câmara tarouca

penedono

pinhão

ponte de lima

procissão do mar

rancho folclórico do vilar

rede

ribeira do porto

santa marta de penaguião

são joão da pesqueira

sernancelhe

tabuaço

tuna de tabuaço

via sacra de ourém

todas as tags

arquivos
participar

participe neste blog

Maio 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


mais sobre mim
links
blogs SAPO
comentários recentes
Eu gosto da sua contribuição, saudações
Ola eu sou a isabelle gonçalo e sou da bals...
Muitos Parabéns Dr. António Canotilho!!!De facto o...
Parabéns, Dr. Canotilho e mais uma vez obrigado pe...
Em nome do Grupo de Cantares de Fornelos, quero de...
Obrigado, muitos cumprimentos
Obrigado Dr Canotilho, será colocado no próximo do...
Boa tarde Sr Gabriel Obrigado pelas suas palavras,...
OláUm texto fantástico generoso pela partilha de c...
Parabéns pela página!Está estrondosamente linda e ...
Sondes tonos
E muito bonito
Olá Uma excelente e oportuna reflexão... um texto ...
O granjal e terra mais bonita nas tradisoes
Son una buena banda a mi parecer los escuche una v...
Sem palavras!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Maravilhoso todo...
Obrigado.Vou avaliar e apreciar o seu blogCumprime...
Muito interessante este seu blog.:)
olá Sr. Doutor... como sempre está de parabéns!!!!...
O TEATRAÇO - Teatro Amador de Tabuaço - agradece a...